SAU leva relatório de regulações de APH ao ambiente Web
O SAU passa a reunir no ambiente Web um relatório de regulações de APH com 42 colunas, filtros por ocorrência e exportação CSV de todas as páginas consultadas.
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O SAU passa a reunir no ambiente Web um relatório de regulações de APH com 42 colunas, filtros por ocorrência e exportação CSV de todas as páginas consultadas.
O SAU passou a verificar permissões nas operações do cadastro genérico e a aceitar na gravação apenas campos configurados como editáveis, segundo testes documentados pela Inova.
A API, o gateway GPS e o servidor Equipes do SAU passaram a usar uma lista ajustada de certificados confiáveis nas conexões seguras, incluindo requisições feitas por fetch().
Eventos de entrada, saída e mudança de estado na fila passam a agendar um novo retrato do monitor do PBXIP, agrupado em uma janela de 2,5 segundos. A tela informa a hora da atualização e diferencia por cor os estados dos aparelhos.
O relatório Jornadas de Turno do SAU passa a montar jornadas com base em registros de formação de equipes do sistema legado. A tela identifica essa origem e informa que ela não registra o turno.
O SAU passa a definir a UF e a área geográfica dos endereços conforme a central associada ao domínio. No Novo Chamado, o mapa também abre no centro da central quando a ocorrência ainda não tem ponto informado.
O SAU aplica uma regra comum para autorizar origens de acesso à API e às conexões em tempo real. Na plataforma, fotos, vídeos, áudios e PDFs podem ser exibidos; outros anexos são servidos para download.
O chat interno do SAU-TARM exibe avisos com o nome, o perfil e o início da mensagem recebida. Um balão informa quantas conversas têm mensagens não lidas e leva à aba Conversas.
O SAU confere o KM informado nas duas etapas do checklist: compara a abertura com o último registro da viatura e a finalização com a leitura inicial, recusando valores zerados ou fora do limite de 1.000 km.
No SAU, a busca de endereço do Novo Chamado consulta estabelecimentos ativos do CNES pelo nome ou endereço e combina até três sugestões do catálogo com resultados da base de endereços, conforme o início da pesquisa.
A busca de Logradouro do SAU TARM passa a localizar estabelecimentos de saúde do CNES pelo nome ou endereço. Quando não há correspondência exata, pode exibir sugestões aproximadas; o mapa usa endereços próximos para indicar cidade e bairro.
Chamados gerados por ligações recebidas em filas de treinamento são identificados como homologação antes de entrarem na situação “Aguardando TARM”.
O softphone do SAU reúne chamadas feitas, recebidas e perdidas do ramal pessoal nos últimos três dias. O histórico consultado no servidor aparece junto aos registros locais, sem duplicação, e pode ser consultado novamente após o logout.
O relatório reúne dados de filas, atendimentos e presença de TARMs e médicos, com gráficos por minuto para períodos de até dois dias, tabela horária e uma aba que sinaliza possíveis períodos de sobrecarga.
A consulta de formações anteriores do SAU mantém as 30 datas mais recentes e inclui o campo “Outra data”, que permite selecionar qualquer dia entre a primeira e a última formação registrada para a equipe.
O Painel de Situações Hospitalares do SAU passa a aceitar períodos de até 93 dias e distinguir o bandeiramento da unidade das restrições por especialidade. O relatório também inclui percentis dos intervalos entre atualizações manuais.
O aplicativo salva no aparelho rascunhos de seções da Ficha de Atendimento. Ao reabrir a mesma seção, a equipe recupera o que preencheu; o rascunho é apagado após salvar e descartado depois de 12 horas.
Novo relatório do SAU organiza ocorrências reguladas e removidas por ambulância por mês, com filtros ajustáveis, lista para conferência e PDF sem nomes de pacientes ou solicitantes. Os critérios não identificam, por si só, pessoas em situação de rua ou agentes de segurança.
O Painel de Situações do SAU reúne histórico hospitalar por mês, unidade e especialidade, com gráficos de indicadores e exportação em CSV. A consulta cobre até três meses completos.
O módulo res_sau_audio registra gravações e cria tarefas para o conversor quando os arquivos estão fechados. A solução foi homologada em testes, mas ainda não foi implantada em PBX.
Nova tela do SAU permite consultar e gerir unidades indicadas para cada diagnóstico, com período de vigência. A indicação orienta a escolha do destino, mas não é aplicada automaticamente durante a regulação.
Novo relatório do SAU compara fichas digitais com atendimentos de remoção necessária e possível, com recortes por equipe, dia e mês e exportação em CSV.
Novo relatório do SAU compara fichas digitais com atendimentos de remoção necessária e possível, com recortes por equipe, dia e mês e exportação em CSV. A ausência de ficha atribuída não é apresentada como prova de descumprimento.
Em quatro operações do SAU Equipes, reenvios com a mesma chave podem receber a resposta da execução original ou uma confirmação guardada, sem repetir uma operação já confirmada dentro de seis horas.
A página Ligações na Central 192 - DF passa a exibir chamados registrados no SAU por ano, desde 2022, e a entrada mensal de chamadas pelos troncos 192 (OI) e CIOB, a partir de novembro de 2025.
Relatório especial reúne, desde 2022, a série anual e mês a mês dos chamados de socorro de múltiplas vítimas e estima, para conferência, os casos com mais de 5 e mais de 10 vítimas.
A aba Telemetria do painel da equipe apresenta indicadores dos rastreadores, como conexão, ignição e última posição, além de alertas e acesso ao mapa GPS existente.
O módulo Hospitalar do SAU apresenta chegadas ao hospital vinculado, com informações da equipe, do atendimento e da estimativa de chegada registrada. O painel também sinaliza novas saídas e retira entradas após a chegada.
Nas ações de repasse, transferência de ocorrências antes da finalização e compartilhamento de vítimas, o SAU consulta sessões ativas de médicos reguladores em diferentes réplicas da API.
O aplicativo consulta a escala vigente para apresentar os integrantes da equipe antes de salvar a formação. O checklist da viatura também passa a agrupar itens em quatro categorias.
O módulo de Transporte Inter-Hospitalar do SAU permite registrar o encerramento do transporte e consultar dados da equipe e eventos relacionados em uma linha do tempo. O app também identifica anexos marcados como RIH do transporte.
Na versão 2.54, o SAU Celular deriva a identificação de um identificador estável do aparelho e da campanha. Com isso, o mesmo dispositivo mantém o hash após novas aberturas e depois de limpar os dados ou reinstalar o aplicativo.
O SAU passa a persistir o hodômetro acumulado enviado por rastreadores compatíveis com JT/T 808, junto do instante da leitura aceita. Valores nulos ou inferiores ao acumulado registrado não o substituem.
Na lista do médico regulador, o SAU alerta sobre chamadas que aguardam decisão técnica há mais de cinco minutos. A orientação médica registrada pode ser consultada depois no histórico da ocorrência e na linha do tempo.
A posição na ficha da equipe é gravada após deslocamento de cerca de um metro ou intervalo de 30 segundos. Os mapas ao vivo continuam recebendo cada ponto de GPS.
Novo fluxo reúne perguntas sobre a vítima, classificação de gravidade calculada pelo servidor e consulta de ocorrências abertas próximas em lista e mapa.
O SAU passa a registrar mensagens de presença de rastreadores no padrão JT/T 808, atualizando o momento do último contato mesmo quando o equipamento não transmite dados de localização.
O gateway de GPS do SAU só inicia a recepção após conectar ao Redis. O diário de frames não é apagado automaticamente por padrão; uma frota de 500 rastreadores em movimento contínuo gera cerca de 1,4 GB por dia.
O processo de publicação do OS Web executa etapas de preparação antes de recriar cada aplicação. Se a nova versão não ficar saudável, tenta restaurar a imagem anterior.
A versão 2.50 do app Equipes mantém a tela acesa enquanto Rotas está aberta, amplia e torna opaco o ícone da viatura e ajusta os critérios para pedir novos cálculos de rota. As mudanças seguem em validação.
O SAU passa a armazenar menus e aplicativos exclusivos da versão Web em tabelas próprias e a calcular e consultar relatórios de AET e retorno à base no banco da aplicação.
O TARM Web e o app Equipes passam a consultar uma base local de endereços para sugerir logradouros e procurar destinos de ocorrências. A busca pode usar a cidade do chamado ou, na falta dela, a UF.
Nova configuração do SAU permite limitar a criação, edição e exclusão por usuário sem bloquear a leitura das telas autorizadas pelo perfil. A troca da própria senha continua permitida.
O SAU encaminha ao Desktop legado eventos como alterações de status de equipes, intercorrências, telemedicina, mensagens e controle operacional, com direcionamento para equipes identificadas.
O TIC Web exibe o tempo estimado das equipes em formato compacto e destaca gravidade e movimento das viaturas. As telas de monitoria e dispositivos permitem filtrar e ordenar registros; a monitoria também exporta em CSV as linhas visíveis.
No OS Web, selecionar o card de uma ordem de serviço abre um modal de linha do tempo. A mudança acrescenta uma forma de acessar o andamento da ordem no produto.
No SAU, quatro atalhos passam a abrir seções já existentes nos aplicativos web. Quando há mais de um destino compatível disponível, o sistema prioriza o aplicativo em uso.
Chamados enviados pelo site da Inova passam a ser registrados no OS Web como ordens de serviço identificadas como originadas no portal. A tela mostra ao técnico os dados de contato do solicitante.
No App Equipes, a automação por GPS consulta o status atual da equipe no servidor antes de decidir uma mudança. Sem confirmação, adia o marco para uma próxima leitura, mantendo a matriz de transições e a opção manual.
A aba Equipes do Histórico da Ocorrência passa a indicar se uma mudança veio do SAU Web, do App Equipes ou de um rastreador embarcado. A automação por GPS também consulta o servidor antes de decidir o próximo status.
O SAU passa a incluir no histórico de chamados o evento “Etapa médica encerrada; retorno ao TARM”, sem alterar a situação do chamado. Uma nova entrada de auditoria por ODBC também retorna o identificador do registro gravado.
O SAU passou a atualizar automaticamente suas bases GeoLite2 de localização e a desconsiderar dados de origem informados pelo cliente ao identificar conexões.
O módulo médico do SAU agrupa registros sem região como “Região a conferir” e ocorrências de outras localidades em uma categoria própria. Esses grupos permanecem visíveis mesmo quando há filtros regionais ativos.
A lista de chamados da regulação reúne ocorrências em uma tabela com cabeçalho único e coluna Região. Casos sem localização definida ou contraditória e registros de outras localidades permanecem visíveis.
O SAU passa a consultar gravações armazenadas no equipamento por períodos de até 31 dias e importar trechos selecionados de até 120 segundos. As mídias ficam registradas como evidências pendentes, com arquivo persistente e hash SHA-256.
O Aurora adiciona controles para navegar pela faixa de abas do workspace e permite marcar como pendentes, com justificativa, grupos resolvidos alcançados por filtro no Dataset Studio.
Em teste com câmera real e ignição desligada, o SAU solicitou o despertar do rastreador e recebeu imagem ao vivo 26 segundos após o início da solicitação. A transmissão foi encerrada e registrada em Gravações.
O Dashboard de Manutenção do SAU passou a consolidar registros oficiais do NUTRAN, com dados de manutenções, vistorias, viaturas e oficinas, além de separar orçamento e valor executado.
O SAU passa a oferecer consultas por período sobre frota, manutenções e indicadores do SAMU 192, com exportação em CSV e indicação da cobertura das fontes.
O mapa de restrições de estabelecimentos do SAU passa a consultar o Painel de Situação Hospitalar e informa na tela a origem das bandeiras exibidas.
O SAU passou a habilitar 56 ferramentas para equipamentos físicos de rastreamento, incluindo consulta integral de parâmetros. Comandos críticos continuam exigindo motivo e confirmação explícita.
O Aurora passou a pesquisar 3.148.796 papers do arXiv e permite filtrar resultados por autor, área, categoria, licença, publicação em periódico e disponibilidade de Markdown.
O SAU passa a manter sessões web por até sete dias e pode recuperar a sessão sucessora após uma rotação quando navegador, rede e dispositivo correspondem aos registros originais.
O Aurora passou a permitir que gestores tratem todos os grupos alcançados por um filtro no Dataset Studio, com confirmação do total, processamento em lotes e auditoria da ação.
O SAU passa a ler satélites e sinal de rastreadores JT/T 808 e a converter indicadores de protocolos diferentes para percentual no painel e no mapa de operação.
A Inova concluiu a migração da homologação do módulo Hospitalar do SAU para uma estrutura separada, com aplicação, banco, rede, publicação e backups próprios.
O SICO passa a acompanhar esperas, vínculos entre registros e PBX e reinícios do Asterisk, com diagnósticos identificados e histórico operacional limitado a 48 horas.
O Aurora permite devolver à fila um treino interrompido pelo teto de GPU e retomá-lo do checkpoint preservado. O painel também identifica treinos sem sinal ou sem avanço e informa o custo de uma interrupção.
O módulo Fine-tuning do Aurora passa a enviar datasets e checkpoints por frames AES-256-GCM, com retomada por Range e processamento do dataset em memória no executor remoto.
O SAU passou a associar o aplicativo de Relatórios a uma ACL própria e direciona o perfil Gerência para a versão atual do recurso, sem depender dos submenus do catálogo legado.
O SAU WEB passou a reunir notificações em uma Central acessível pelo botão Avisos. Os avisos exibidos sobre a tela desaparecem automaticamente, ficam no histórico e podem ser apagados pela opção Limpar histórico.
O SAU passa a recompor o 15º dígito do IMEI enviado pelo JC181 e exibir o identificador completo na tela de dispositivos pendentes do módulo Equipes.
O SAU passou a recuperar e confirmar lotes pendentes de posições de GPS antes de buscar novas entradas. O fluxo permite retomar eventos de uma execução anterior e manter sua sequência de processamento.
A aba Tempos – Média mensal do SAU passa a aceitar limites de duração do TRT, em minutos. O filtro considera a ocorrência inteira, exclui registros sem TRT no recorte e identifica a seleção nos resultados e arquivos exportados.
O SAU passou a calcular média e série mensal dos indicadores de Tempos em uma única varredura e a reaproveitar relatórios por até 10 minutos. Em um cenário medido, as leituras ficaram até 70% mais rápidas.
Atualização do SAU usa o histórico para mostrar desde quando cada estabelecimento está em restrição e inclui no consolidado unidades sem coordenadas, identificadas como sem marcador no mapa.
O SAU ampliou o gateway GPS para aceitar conexões em mais de uma porta TCP, mantendo sessões, fila e limites compartilhados. A mudança atende equipamentos que usam portas distintas sem criar um segundo receptor.
O módulo de relatórios do SAU passa a consultar o ano inteiro em uma única visão, com gráfico de tempo médio por mês e detalhamento das etapas do atendimento.
O OS Web passa a reunir telas para criar, editar, excluir e pesquisar categorias, subcategorias, locais e tipos de ordens de serviço, com operações de alteração restritas ao perfil Admin.
O SAU passou a concentrar as restrições de estabelecimentos em uma faixa própria nas telas Rádio Operação e Status Equipes, com adaptação para telas estreitas e opção de recolher o painel.
O OS Web passou a reunir até 20 ordens de serviço em uma única tela, com envio sequencial, contador de itens e manutenção das solicitações que precisam de correção.
O SAU passou a validar migrations em três etapas do fluxo, bloqueando comandos destrutivos, operações de arquivo e formas específicas de SQL dinâmico antes da publicação ou da execução no banco.
O SAU limita a cinco segundos a consulta de geocodificação e suspende novas tentativas por cinco minutos após três falhas consecutivas. A leitura da ocorrência responde sem o destino quando a consulta externa está indisponível.
Catálogo público mantido pela Inova passou a mostrar 75 ofertas de GPU em território nacional. A tecnologia que protege o dado até do provedor de nuvem, porém, não tem oferta no país.
O SAU passa a permitir login por passkey com e-mail ou matrícula e destaca, na área de Configurações, os campos de perfil que ainda precisam ser preenchidos.
O SAU passou a encaminhar mais tipos de eventos operacionais para uma ou várias equipes e a sincronizar a atualização dos dados entre os componentes do sistema de regulação.
O SAU validou o envio de mensagens por um canal oficial de WhatsApp do SAMU 192. Há modelos ativos para encerramento de atendimento e pesquisa de satisfação, com três respostas rápidas.
O SAU passa a encaminhar ao legado 17 o exame físico, a evolução do traslado e os identificadores associados à segunda regulação, com envio validado por testes automatizados.
Medição por data, dados na proporção real, limpeza de abreviações e categorias e uso do contexto do atendimento estão entre as melhorias previstas para as próximas semanas.
Avaliação técnica comparou modelos que respondem com opções predefinidas, em vez de texto livre, à abordagem da Aurora: classificadores treinados com histórico e executados em infraestrutura própria. Um plano de melhoria será implementado nas próximas semanas.
O SICO passa a encerrar a ligação de retorno quando o atendimento médico é completado. Chamadas não atendidas continuam sendo encaminhadas ao TARM, com registro da ação no histórico telefônico.
O SAU deixa o campo “KM final” vazio para o condutor informar a leitura do painel e usa o histórico do checklist como referência. O servidor também passa a responder dentro do prazo aguardado pelo app em campo.
O SAU passa a reconhecer por GPS a chegada da equipe à unidade de saúde definida pela regulação e atualiza o status sem pedir confirmação no celular. A tela de rotas também recalcula tempo e distância restantes a cada leitura.
Atualização do OS Web organiza o acesso ao dashboard e às ordens de serviço conforme o nível de perfil e permite atualizar registros para usuários autorizados, exceto os do perfil 4.
Atualização do OS Web aplica pulsação visual às ordens abertas conforme o tempo restante do SLA e separa, em abas, solicitações feitas e ordens atendidas pelo usuário.
O SAU passa a permitir que usuários fixem categorias, menus, submenus e aplicativos. As escolhas aparecem em uma barra própria ou na tela inicial e ficam associadas ao perfil do usuário.
O SAU passou a reunir alterações de status de todas as equipes em uma tela com filtros por período e equipe, paginação, busca rápida e exportação em CSV.
O SAU passou a ativar automaticamente usuários associados a formações recentes de equipe e ganhou filtro por ACL, seleção entre páginas e ativação em lote de até 500 cadastros, com auditoria individual.
O relatório do SAU passa a somar a distância registrada em cada checklist de viatura e permite buscas por identificação textual ou placa, com distinção para registros ainda em aberto.
Atualização do SICO mantém no TARM chamadas que retornam de uma retirada médica, vincula o novo atendimento ao histórico anterior e cria rota específica para transferências ao 190.
O OS Web substitui a consulta ao registro de imagens a cada minuto por acionamento orientado a eventos. A espera prevista cai de até 60 segundos para o tempo da publicação, com verificação de segurança a cada 15 minutos.
O OS Web passou a usar uma imagem de produção de 355 MB após uma auditoria das dependências. A versão enxuta separa ferramentas de desenvolvimento e geração de PDFs do runtime e foi verificada em telas, login, changelog e integrações.
O OS Web passou a usar um fluxo de deploy que leva as migrations junto com a imagem da aplicação e atualiza o schema antes dos serviços, sem depender de uma etapa manual.
O Aurora passou a permitir divisões personalizadas de datasets e a exibir evidências sobre exemplos, grupos, sobreposição, duplicatas removidas e linhas sem chave em cada particionamento.
O aplicativo SAU Equipes passa a permitir entrada rápida por PIN para contas salvas. O código tem de 4 a 6 números, não substitui matrícula e senha e conta com limite de tentativas e bloqueio temporário.
O SAU passou a exibir condutas do pronto-socorro e da situação da unidade na planilha, com autor e data/hora. O conteúdo também aparece em PDF, XLSX e impressão conforme o período do relatório.
Novo relatório do SAU reúne ocorrências de saúde mental, álcool e outras drogas em períodos de até 12 meses, separa encerramentos e decisões de regulação e permite exportar os dados em PDF.
Nova versão do SAU guarda traçados por destino, recorta a rota conforme a posição da viatura e permite alterar critérios de recálculo sem gerar novo APK.
O SAU passou a permitir autenticação por PIN no checklist de viatura e na Ficha. O aplicativo também envia automaticamente pedidos de autorização de dispositivos e mantém a senha como alternativa.
O SAU adiciona confirmação de e-mail por código e uma segunda etapa no login para contas sem TOTP ou passkey. Os eventos passam a aparecer na auditoria, com filtro específico para E-mail.
A média mensal do SAU passa a aceitar datas de início e fim, inclusive intervalos entre anos, com o mesmo recorte aplicado a gráficos, detalhamento e exportações em CSV, Excel e JSON.
A Rádio Operação do SAU passa a exibir o estado dos rastreadores das viaturas, incluindo equipamentos sem veículo vinculado e viaturas sem equipe em turno.
O relatório de Média mensal do SAU passa a aceitar datas de início e fim, com recortes dentro do mês ou entre anos e aplicação dos filtros também em gráficos, detalhes e exportações.
O SAU passa a classificar a localização da ocorrência e exibir no aplicativo das equipes se o ponto foi confirmado ou deduzido a partir do endereço, bairro ou cidade.
Relatório de tempos do SAU permite selecionar uma ou mais das sete regiões do SAMU DF e leva o recorte para gráficos e exportações. A API também recalcula a espera médica pela primeira captura do histórico.
O Inova Relay passou a permitir pedidos e downloads de relatórios em CSV pelo console. A função usa a permissão reports:add, acompanha a geração automaticamente e mantém prazo, escopo do workspace e auditoria.
O Inova Relay passou a reunir no console cadastro, edição e arquivamento de recursos, além de um editor visual de URA com validação, histórico de versões e rascunho local.
O SAU passou a registrar as etapas do apoio do CBM/DF, mostrar ao médico o tempo de espera e permitir a retomada da regulação quando o prazo configurado é ultrapassado.
O SAU passou a usar os prefixos brasileiros publicados pela Starlink para identificar conexões no controle geográfico, nos cabeçalhos enviados aos sistemas e nos registros de acesso.
O SAU passou a usar a mesma base de endereços do TARM para localizar ocorrências e enviar o destino às equipes. Em 120 casos do DF, a mediana da distância ao centro do bairro caiu de 1,85 km para 1,28 km.
Atualização do Inova Relay permite bloquear destinos por workspace ou plataforma, definir horários por dia e fuso e limitar tentativas por pessoa antes de novas comunicações.
O App SAU Equipes passou a monitorar crash, conexão, GPS e falhas técnicas de login ou sincronização. Os eventos ficam em fila local e são consolidados em alertas por e-mail, sem dados de paciente ou chamado.
O Inova Relay passou a alternar instâncias durante atualizações e registrou 452 respostas 200 em um ciclo real. A empresa também exercitou a restauração de uma cópia mantida fora do disco principal.
O Inova Relay ganhou histórico da jornada dos agentes, catálogo de pausas, controle de pós-atendimento e relatórios de aderência por pessoa e motivo.
O módulo Inferência do Aurora passa a aceitar listas Top-k ordenadas por score e a registrar sugestões apresentadas, escolhidas ou ignoradas, com métricas Top-1 e Top-5 no painel.
Novo relatório do SAU reúne duração, simultaneidade, impacto e distribuição das retenções de macas, com filtros por período e recurso e exportação em XLSX sem identificação de pacientes.
Módulo do Aurora reúne preços de GPUs de nove provedores e permite filtrar ofertas por capacidade, país, contratação e custo teórico por PFLOP-hora.
Novo contrato de CTI mantém o atendimento operável quando o aplicativo externo está lento ou indisponível e registra pendências para reconciliação sem duplicar protocolos.
A Inova estruturou no SAU uma Stack Local do SAMU com População e Equipes v2 em runtimes locais e um trabalhador separado para converter gravações de áudio.
O Inova Relay passa a oferecer automações com ferramentas autorizadas pelo servidor, limite de passos, freio de emergência e trilha auditável. A plataforma também apresenta o tempo médio separado entre espera, atendimento e integrações externas.
O SAU criou um fluxo para enviar o comando RESET a rastreadores ativos por SMS, com confirmação da solicitação, registro de auditoria, verificação de opt-out e confirmação posterior pela reconexão do equipamento.
Fotos em Brasília registram o posto móvel de regulação e as equipes posicionadas para o feriado; atendimento pelo 192 permanece disponível 24 horas.
O Inova Relay passa a gerar um SDK TypeScript a partir do contrato OpenAPI, validar respostas no lado do integrador e exigir cabeçalhos obrigatórios antes do envio das requisições.
O Inova Relay reorganizou o console para equipes de desenvolvimento, operação e TI, com menu por categorias, escolha de workspace em modal e ajustes na tela Meu posto.
O SAU passa a apresentar propostas automáticas para “Partindo para o atendimento” e “Chegada no local” com base no deslocamento da viatura, mantendo a confirmação da equipe antes do registro.
Novo módulo do Aurora organiza conjuntos de dados públicos com filtros por tema, órgão, formato, licença e atualidade, além de indicar opções com recortes por raça/etnia ou gênero.
O SAU passou a mapear armazenamentos de áudio legado do 192 para sua API, que localiza as gravações pelos registros das chamadas e acessa os arquivos em modo somente leitura.
O SAU passou a organizar dados de capacidade do SAMU 192 em oito itens, com fontes documentais versionadas, hash SHA-256, consolidação mensal e exportação em XLSX e CSV.
O SAU passa a permitir captura de imagem e transmissão ao vivo de viaturas pelo painel de telemetria, com suporte a vídeo e áudio via JT/T 1078, duração limitada e encaminhamento sem gravação no servidor.
O SAU passa a reunir em uma fila própria o despacho de ocorrências ao CBM/DF, o vínculo com viaturas, o retorno à regulação médica e o acompanhamento de um SLA configurável.
O Aurora passou a mostrar a disponibilidade de serviços e executores no painel administrativo e a registrar o histórico de ativações de modelos, separando treino, qualidade no teste e disponibilidade para inferência.
Estudo avalia como sinais vitais e registros de ECG poderão chegar ao médico regulador pelo SAU 360 com mais agilidade, segurança e rastreabilidade.
Visita reuniu profissionais do SAMU 192 e representantes da Embaixada do Japão para compartilhar experiências sobre a regulação médica de urgência.
Novo módulo do Aurora reúne PubMed, SciELO, Diário Oficial da União e CID-10 em uma busca pelo painel ou por API, com fonte, data e vigência em cada resultado.
O SAU passou a permitir novas tentativas de bootstrap após cancelamento ou configuração incompleta e ganhou um botão para atualizar manualmente a tabela de rastreadores. Cada tentativa agora tem janela de 60 segundos e acompanhamento visual.
O SAU passa a reconhecer eventos de direção do protocolo JT/T 808, como frenagem brusca, curva brusca e colisão, registrando as ocorrências e enviando alertas em tempo real à Rádio Operação.
O SAU passou a identificar a família de protocolo do rastreador e adaptar a configuração de viaturas para equipamentos Jimi/Concox (GT06), além dos modelos JT/T 808.
O SAU passou a exibir restrições de estabelecimentos de saúde em um painel lateral próprio nos mapas. O operador pode recolher a área, preservar a escolha entre abas e identificar na busca se a posição vem de celular ou rastreador.
Atualização do SAU dá ao operador controle sobre comandos em andamento, com opções para cancelar ou reenviar ações e histórico com rolagem própria.
A Inova integrou ao OS Web nova marca, favicon, manifesto web, ícones para dispositivos móveis e metadados de compartilhamento. A interface também recebeu ajustes de contraste nos temas claro e escuro.
Atualização do SAU cria pedido de posição sob demanda e configuração de reporte para viaturas paradas, com validação do parâmetro JT/T 808 0x0027 e novos estados de acompanhamento no painel.
Nova função do OS Web permite alterar nove campos de um relatório na tela e levar os valores editados para arquivos PDF ou CSV, sem modificar o relatório original armazenado.
Nova aba do SAU separa chamadas pagas e projeta o gasto mensal por equipe e aparelho, com valores em dólar e real e premissas de cálculo visíveis.
A busca da aba Terminal de Bordo do SAU passou a mostrar ícones de celular e viatura ao lado dos resultados, permitindo distinguir a origem da posição sem abrir cada marcador.
O SAU passou a registrar de onde a viatura saiu e onde ficará ao final de uma manutenção. O fluxo inclui busca por oficinas e locais, cadastro próprio e validação das referências antes da gravação.
O SAU passou a interpretar identidades de rastreadores JC181 em formatos BCD e binário no protocolo JT/T 808, além de repetir nas respostas o identificador enviado pelo equipamento.
A leitura das distribuições de tempos da AET no SAU passou a usar dados consolidados diariamente. No conjunto de 12 meses medido, o tempo registrado caiu de 3.919 ms para 915 ms, sem divergências na comparação com o cálculo anterior.
O Aurora passa a levar conflitos encontrados no Dataset Studio diretamente ao Data Hub e ao Data Quality, com recortes exatos, tratamentos versionados e nova pré-validação rastreável.
O Aurora passa a permitir que equipes criem recortes e regras de análise sobre datasets prontos, executem rotinas em fila e associem tags aos registros examinados.
O OS Web passou a permitir o download de relatórios gerados em PDF e CSV, com dados de ordens de serviço, filtros aplicados e indicadores de SLA. A auditoria também ganhou detalhes específicos desses relatórios.
O SAU passa a atualizar cartões abertos nos mapas da Rádio Operação e a exibir posição, velocidade e bateria de celulares do app GPS, além de avisar quando aparelho e equipe estão em ambientes diferentes.
O SAU passa a atualizar cartões abertos dos mapas da Rádio Operação e a mostrar posição, velocidade e bateria de celulares com o app GPS SAU.
Nova subaba do SAU lista celulares autorizados, equipe, viatura, bateria, velocidade e última posição; operador também pode pesquisar e separar produção de homologação.
Nova subaba do SAU lista celulares autorizados, equipe, viatura, bateria, velocidade e idade da última posição; operadores também podem pesquisar aparelhos e separar produção de homologação.
O SAU passou a distribuir os mapas do módulo RÁDIO em três subabas e a informar, por ícones e texto, se a posição vem do rastreador embarcado ou do celular da equipe.
Atualização do aplicativo GPS do SAU oferece envios a cada 1, 5 ou 10 segundos e recusa posições com sinais de baixa qualidade antes da transmissão.
O SAU passou a permitir que operadores localizem rastreadores por viatura, placa, equipe, base e IMEI, com filtros persistentes durante a atualização automática das listas.
Atualização do OS Web reúne contagens e ordens recentes no dashboard e permite consultar filas e atendimentos em andamento em cards ou tabela, com acompanhamento do prazo de SLA.
Novo módulo Model Evaluation do Aurora permite registrar, por organização, a tarefa, a métrica e o critério de aceite de uma avaliação antes do experimento, sem exibir resultados de desempenho.
O Aurora passou a servir versões de modelos do catálogo em executores com GPU por uma API compatível com OpenAI, com chaves por organização e distinção entre estado solicitado e estado observado.
A Aurora passou a registrar versões de modelos e a designá-las a finalidades específicas, com licença, linhagem, estados de governança e isolamento entre organizações.
O Aurora passou a permitir que equipes selecionem modelos no Hugging Face com filtros detalhados ou enviem arquivos locais, com retomada da transferência, registro de metadados e conferência de integridade.
Novo módulo do Aurora combina datasets, configura tarefas e publica versões separadas para treinamento, validação e teste, com aprovação e registro de linhagem.
O Aurora passou a ter catálogo, prévia e importação de datasets públicos e privados do Hugging Face, com validação de formato, limites de volume, revisão de licenças e processamento em fila.
A Inova incorporou ao Aurora fluxos para receber arquivos JSONL, catalogar datasets, explorar registros e aplicar regras de curadoria com acesso separado por organização.
Nova etapa do Aurora organiza o fine-tuning por fila, permite comparar recursos de computação e confere o modelo produzido por tamanho e sha256 antes da entrada no catálogo.
Atualização do SAU permite definir limites de recálculo por dispositivo e acompanhar chamadas pagas e custo estimado no painel de gestão de aparelhos.
A capacidade defensiva baseada no GPT-5.6 Sol passa a apoiar revisões autorizadas de aplicações e infraestrutura, com validação humana e plano de remediação.
O SAU passa a habilitar 56 ferramentas do catálogo JC181 para rastreadores físicos. A atualização inclui consulta integral de parâmetros e mantém motivo e confirmação explícitos para operações críticas.
O simulador JC181 do SAU passou a oferecer o catálogo completo de ferramentas, com formulários de parâmetros, consultas JT/T 808 completas e seletivas e histórico estruturado das solicitações.
O relatório de capacidade do SAU ganhou um seletor de ano na seção de saídas. Ao escolher o período, a tabela exibe os registros correspondentes ao ano selecionado. As seis subabas também passaram a contar com ícones específicos para facilitar a orientação visual.
O relatório de capacidade do SAU passa a separar Resumo, Série anual, Frota atual, Manutenções, Saídas e Cobertura em subabas próprias. O Resumo permanece como painel inicial, enquanto as tabelas do relatório ficam distribuídas nas seções correspondentes.
O quadro de filtros da aba GPS recebeu espaçamento superior de 16 px e cantos retos, mantendo os nove filtros existentes. A validação registrada incluiu temas claro e escuro e largura de 390 px sem overflow horizontal.
O SAU passa a habilitar sete consultas JT/T 808 para rastreadores JC181, incluindo ICCID, versões de hardware e firmware, estado operacional, fuso horário e hodômetro. As consultas foram organizadas para retornar informações específicas sem alterar a configuração do equipamento.
O SAU passou a reunir rastreadores de Produção e Homologação na mesma listagem, com identificação visual do ambiente e prioridade para o ambiente atual. O bootstrap por SMS também considera o ambiente associado ao rastreador selecionado.
A gestão de rastreadores do SAU reúne os dois ambientes na listagem, identifica cada equipamento e permite abrir suas ferramentas a partir do histórico quando há cadastro de gerenciamento.
O gerenciamento de rastreadores do SAU passa a listar e registrar consultas de propriedades do terminal e de posição atual, com acompanhamento do status e histórico das respostas.
O checklist do SAU seleciona a maior leitura válida entre rastreador, cadastro da viatura e registro anterior, identifica a fonte do valor e impede um quilômetro inicial inferior ao último registro.
O OS Web passa a contar com uma tela de auditoria no gerenciamento do sistema. Usuários autorizados podem consultar registros por usuário, ação, entidade e data e abrir os detalhes das alterações registradas.
O gateway do SAU passou a reconhecer rastreadores ativos previamente cadastrados e autorizá-los automaticamente quando realizam a primeira conexão.
A Rádio Operação do SAU mantém visíveis os rastreadores associados a viaturas sem base cadastrada e sinaliza essa condição no resumo e na identificação da viatura. O filtro por estado permanece aplicado quando essa informação está disponível.
O SAU passou a organizar consultas SQL concorrentes com limite de execução e fila de espera. A atualização também reaproveita temporariamente as estatísticas de ligações de médicos em plantão durante requisições simultâneas.
A Rádio Operação passa a contar com uma área administrativa para cadastrar rastreadores, vincular viaturas e enviar comandos de configuração por SMS.
O relatório de Tempos passa a incluir profissionais, ocorrências, quantidade de atos e tempo médio de contrarregulação em uma categoria própria.
O relatório Profissional/Equipe do SAU passa a tratar a contrarregulação como papel próprio, com identificação do profissional, contagem de ocorrências, total de contrarregulações e tempo associado. A dimensão também pode ser consultada no Top 10, na tabela e na exportação.
A aba VTR do SAU passa a oferecer uma janela de detalhe com mapa do trajeto e histórico de eventos de um rastreador embarcado. A consulta inclui filtros por categoria, resumo operacional, paginação e seleção de período de até 31 dias.
A aba VTR e o mapa de rastreadores do SAU passam a aplicar um filtro de origem do gateway, exibindo dispositivos aprovados e ativos associados ao projeto do produto.
O relatório Profissional/Equipe do SAU passa a informar quantas ocorrências ultrapassaram o dobro da média de cada indicador no período. A tela também apresenta um Top 10 por ocorrências para TARM, Médico, Operador ou Equipe, e as exportações em CSV e Excel incluem as novas contagens.
O SAU passa a enviar à Rádio Operação as novas transições de alarmes dos rastreadores, vinculadas às viaturas e às equipes acompanhadas no painel.
A tabela de VTR do SAU passou a preservar larguras mínimas para colunas e cabeçalhos, mantendo os títulos em uma única linha em telas estreitas.
O relatório de Tempos agora mostra quatro intervalos por ocorrência após a chegada no local e o retorno à base como métrica por equipe.
O OS Web passa a registrar eventos de criação de ordens de serviço com dados da ação, do usuário e da ordem. A consulta dos registros é protegida por autenticação e permissão administrativa específica.
O SAU passou a apresentar, no painel de Dispositivos e no mapa VTR, informações de telemetria dos rastreadores embarcados, como ignição, bateria, sinal, satélites e alarmes. Os dados dos protocolos GT06 e JT/T 808 são reunidos em um formato comum, com distinção entre ausência de informação e valor efetivamente registrado.
O SAU passa a registrar, após a resolução do terminal, o IMEI cadastrado e o identificador associado ao equipamento tanto no diário operacional quanto na fila de eventos. A resolução ocorre em memória, sem consulta ao banco durante a recepção.
O mapa VTR do SAU passa a localizar e identificar viaturas a partir do rastreador embarcado vinculado ao veículo, sem depender da formação de uma equipe. A visualização mantém a escala temporal dos mapas de GPS e aplica filtro por UF.
O rastreamento embarcado do SAU passa a interpretar o JT/T 808 usado pelo JC181 e a processar posições individuais e acumuladas.
O relatório de médias mensais do SAU passa a permitir filtros opcionalmente definidos por duração mínima e máxima do TRT, em minutos. As ocorrências fora da faixa não entram na agregação, e o recorte é identificado nos resultados e nas exportações.
As leituras de média, série mensal e outros relatórios da AET passam a reaproveitar respostas por até 10 minutos. A consulta de Tempos também usa uma única varredura para calcular as métricas do período.
A distribuição de tempos do AET passa a ser lida a partir da consolidação diária. A medição registrada no desenvolvimento caiu de 3.919 ms para 915 ms, com resultado idêntico ao cálculo anterior na conferência de 11.207 grupos e 2.376.869 amostras. As telas também informam os horários de fechamento dos indicadores.
A versão 2.51 do SAU exibe o ícone da viatura com 100 pontos na tela Rotas. O ajuste torna distinguíveis os principais elementos da representação da viatura sobre o trajeto no mapa, mantendo a indicação visual de direção.
O OS Web passa a enviar avisos ao solicitante quando uma ordem entra em atendimento ou aguarda aceite. O técnico responsável também é notificado quando a ordem é marcada como não realizada, com o motivo registrado no fluxo.
O painel de Equipes do SAU agora permite pesquisar viaturas, consultar o rastreador associado e realizar o vínculo diretamente pela interface administrativa.
O SAU passou a guardar o frame bruto de cada transmissão recebida e a criar uma fila específica para alarmes, protocolos não mapeados e outros eventos que exigem tratamento.
O SAU passa a oferecer login por passkey na tela de entrada. Usuários podem informar e-mail ou matrícula e concluir a autenticação com biometria, PIN ou chave de segurança do dispositivo, quando o navegador oferecer suporte ao recurso.
O relatório de dados registrados do SAU passa a aceitar períodos superiores a 31 dias e datas informadas no padrão DD/MM/AAAA HH:mm, apresentado diretamente nos campos de início e fim da consulta.
O sistema SAU passa a contar com opção de perfil somente leitura para usuários do módulo hospitalar, além de bloquear a autoalteração de permissões pelo próprio operador.
O sistema de regulação de urgência e emergência SAU recebeu um recurso de mapeamento cartesiano em seu módulo de manutenção, permitindo o registro visual de vistorias em frotas do SAMU 192 por meio de diagramas interativos.
O aplicativo SAU adaptou a calculadora da Escala de Coma de Glasgow e a tela de registro de sinais vitais ao seu sistema de temas dinâmicos (claro e escuro). A atualização também substitui alertas nativos por diálogos padronizados e adiciona salvaguardas visuais para a operação do SAMU 192.
O sistema OS Web recebeu uma atualização na área de administração que permite o cadastro direto de novos usuários pelos administradores, além da unificação da tela de gerenciamento de perfis sob o nome de 'Usuários'.
O OS Web agora utiliza um sistema de convites individuais com links de uso único para o cadastro de novos usuários. A mudança elimina o tráfego de senhas temporárias e assegura a rastreabilidade das ordens de serviço.
O aplicativo SAU Equipes, voltado à regulação de urgência (SAMU 192), integrou as telas de login, entrada por PIN e alteração de senha ao seu sistema de temas dinâmicos. A atualização elimina cores estáticas e garante consistência visual desde o primeiro acesso.
O aplicativo SAU Equipes, utilizado na regulação de urgência e emergência do SAMU 192, teve a tela de checklist de equipamentos atualizada. A novidade inclui suporte completo a temas visuais dinâmicos e a introdução de rótulos de acessibilidade para leitores de tela nos seletores de estado dos itens.
O aplicativo SAU Equipes recebeu uma atualização que estende o suporte a temas visuais para a tela de mapas e indicadores de conectividade. A mudança introduz um estilo de mapa escuro para navegação noturna e adapta os alertas de precisão de GPS e status de rede.
O aplicativo SAU Equipes, voltado para a regulação de urgência e emergência do SAMU 192, recebeu atualizações visuais que integram texturas de fundo personalizadas e alinham a tela de inicialização e de carregamento ao tema ativo do dispositivo.
O sistema OS Web agora integra automaticamente os chamados abertos no portal, eliminando a necessidade de redigitação. A atualização traz um selo identificador na fila, exibe o nome real do solicitante no histórico e disponibiliza dados de contato diretamente no modal para os técnicos.
O sistema OS Web agora converte automaticamente chamados do portal público em ordens de serviço, trazendo identificação visual na fila e dados de contato completos no painel do técnico.
O sistema SAU agora conta com uma tela dedicada para gerenciar a matriz que vincula diagnósticos médicos às unidades de atendimento recomendadas. A funcionalidade apoia a tomada de decisão dos reguladores, permitindo que gestores configurem vigências e observações para cada indicação.
O aplicativo SAU Equipes recebeu atualizações que eliminam a espera por sinal de GPS no momento do login e adicionam feedbacks visuais claros sobre o status de localização e cálculo de rotas na tela de mapas.
Módulo de mensageria passa a operar com envio real supervisionado em ambiente adicional; disparo permanece manual e descadastro do cidadão é respeitado.
Quando o endereço de uma ocorrência em andamento era corrigido, o mapa da viatura mostrava o destino novo enquanto guiava a equipe pelo endereço antigo. Versão 2.39 descarta a rota obsoleta, recalcula a partir da posição atual e avisa o condutor.
Ao encerrar um atendimento, o SAU agora endereça o solicitante pelo primeiro nome na mensagem de WhatsApp, em vez da saudação genérica anterior. O sistema localiza o nome na ocorrência ou no cadastro do cidadão; chamadas anônimas mantêm o tratamento padrão.
Chamados originados no sistema legado chegavam ao aplicativo de campo sem coordenada de GPS válida, e nenhuma rota era exibida até o local do atendimento. O servidor do app agora converte o endereço do chamado em coordenada de destino, com restrição ao estado da ocorrência e recusa de correspondências parciais que poderiam desviar a equipe.
A listagem de usuários do SAU passa a aceitar filtros de unidade e intervalo de datas de cadastro, com validação no servidor e painel de filtros reformulado.
Bug de correspondência descartava ramais quando o identificador interno não batia com o número de discagem, deixando a telefonia presa em espera indefinida sem acionar fallback. Correção já aplicada amplia o critério de matching.
Permissão ausente no cadastro de um data center deixava rotas de configuração da URA restritas ao grupo de programação. Correção registra a permissão e adiciona verificação automática que alerta quando uma rota protegida fica sem porta de entrada.
Identificadores de ramal em formato legado (números com zeros à esquerda) sofriam coerção numérica e podiam casar com o ramal de outro usuário. Correção já aplicada força comparação textual; análise de impacto em todos os ambientes produtivos confirmou que nenhum ganho indevido ocorreu.
Divergência de collation no banco de dados causava erro intermitente na aba Áudios do Histórico e deixava 52 rotinas críticas a um passo de falhar. Correção de raiz recriou todas as rotinas e zerou o risco; paralelamente, correção de casamento de ramal encerrou travação do terminal de regulação médica de um usuário.
Plataforma passa a retornar mensagens diferentes para cada tipo de bloqueio de acesso. Antes, sessão não autenticada e falta de permissão produziam o mesmo erro, desviando a investigação para o lado errado.
Sistema de autenticação do SAU passou a tratar tentativas por conta de usuário e não mais por endereço de rede; rota de login por código de acesso agora tem verificação de bloqueio e auditoria. Mudanças eliminam travamentos coletivos em órgãos que compartilham conexão.
Sistema de proteção contra força bruta do SAU agora acompanha a conta do usuário em vez do endereço de rede ou do identificador digitado. Login por código de acesso ganhou trava e auditoria. Desafio de CPF passa a conferir contra o cadastro.
Plataforma passou a registrar no boot se as credenciais do serviço de mensageria estão configuradas, eliminando cenário em que ausência só era detectada na tentativa de envio.
Correção elimina comportamento em que o status do agente sobrescrevia a escolha do operador com um canal fixo, zerando a seleção a cada recarga da interface.
O módulo hospitalar do SAU passa a reconhecer perfis de acesso por slug canônico durante a edição de usuário, eliminando divergências que podiam impedir a identificação correta do perfil ao salvar.
Contas com CPF cadastrado agora precisam informar exatamente o documento do registro ao confirmar identidade após múltiplas tentativas. Migração de contas legadas sem CPF segue funcionando normalmente.
A pedido da operação, o SAU removeu da Visão Geral do AET os cards 'Encaminhadas à regulação' e 'Ocorrências despachadas', cuja nomenclatura podia induzir leitura equivocada. O indicador de destaque 'Encaminhamento à regulação (%)' permanece.
Autenticação do app SAU agora aplica as mesmas proteções do portal: mensagens uniformes contra enumeração de contas, recusa de identificadores ambíguos, auditoria unificada e gate explícito para token de desenvolvimento.
Correção já aplicada no login do aplicativo elimina respostas diferenciais que permitiam confirmar a existência de matrículas. Todas as tentativas agora seguem o mesmo padrão de auditoria do acesso web, e identificadores ambíguos passam a ser recusados.
Atualização do aplicativo móvel de equipes introduz obrigatoriedade de troca de senha para profissionais que usam o app em campo.
Mensagens de saída do WhatsApp agora passam pelo mesmo gate de opt-out do SMS. Cidadãos podem enviar PARE ou STOP pelo WhatsApp para cancelar envios, com registro unificado e comportamento fail-closed que alerta quando o bloqueio não pode ser confirmado.
Painel Core do SAU passa a contar com aba Voz/IA onde administradores escolhem o backend de processamento; sistema mantém áudio de saúde na infraestrutura local por padrão e só ativa nuvem com consentimento explícito, registrado e auditado.
Novo módulo permite envio de notificações por template aprovado pela Meta, com token de acesso isolado do painel de gestão e diagnóstico de configuração sem expor segredos. Primeira etapa da integração, ainda sem envio real.
O módulo hospitalar do SAU passa a expor dados de situação das unidades — bandeiramento, pronto-socorro, ocupação de leitos e recursos — por meio de API REST versionada, com controle de acesso por chaves criptográficas, restrição de IP e documentação interativa. A camada é somente leitura e foi criada para atender demandas de integração com órgãos gestores de saúde.
A Inova organizou o caminho de compatibilidade com a RNDS a partir dos dados clínicos e administrativos já estruturados no SAU.
Integrações passam a usar chaves vinculadas à identidade e às permissões do proprietário, com validade e bloqueio aplicados em tempo real.
Mudanças de status do campo ganham uma ponte controlada entre a plataforma atual e os componentes legados ainda presentes na operação.
Ligações sem conclusão assistencial passam a aparecer em uma fila com origem, contexto, telefone validado e trilha de tratativa.
Primeiro acesso do usuário agora orienta e cobra configuração de perfil, TOTP ou passkey com prazo controlado.
A arquitetura passa a sustentar múltiplas instâncias de API, cache de sessão e fila de eventos para manter telas críticas sincronizadas.
Conexões com banco e serviços passaram a usar TLS validado por CA interna, somando proteção em trânsito à criptografia do armazenamento.
O fluxo clínico passa a registrar triagem de AVC, sedação, peso e diagnóstico codificado junto ao chamado e ao desfecho.
O painel Core reúne a produção por competência, aplica o mapeamento SIGTAP e gera o arquivo BPA-C para conferência e envio mensal.
A regulação pode visualizar vínculos territoriais e equipes próximas usando GPS, base operacional ou referência geográfica do bairro.
A área de atualizações reúne, em um só lugar, versões, marcos de produto e notas úteis para gestores.
A página de prova operacional agora apresenta histórico agregado, acervo de áudio, pontos de localização e volume operacional acumulado.
A telefonia do SAU recebeu ajustes de ICE, TURN, estacionamento e recuperação de chamadas para lidar melhor com redes reais.
A bateria de testes cobre fluxos críticos de telefonia, incluindo TARM, médico, fila, park, pickup e recuperação de chamadas.
A validação passou a ter rotinas de teste repetíveis e cenários controlados para telefonia, áudio, fila e terminais desktop.
O fluxo de chamada estacionada e retomada por médico recebeu persistência, cleanup e validação em cenários cloud.
A frente de telefonia cloud avançou com rotas de mídia, ramais por ambiente, park 8000-8099 e controle de dispositivos.
A base desktop passou por consolidação, geração de versões para Windows e Linux e publicação mais controlada dos aplicativos.
O softphone passou a usar credenciais temporárias de relay, seleção de servidores e perfil cloud com diagnóstico de rede.
A frente hospitalar passou a ter implantação mais controlada, com publicação automatizada, verificação de saúde do sistema e versões rastreáveis.
A distribuição de aplicativos ganhou changelog por versão, histórico navegável e comunicação mais clara para suporte e usuários.
A Inova integra câmeras embarcadas que cobrem a cabine e a área de atendimento, com gravação contínua e vídeo vinculado à posição da viatura no mesmo fluxo de rastreamento já em operação.
Um aplicativo móvel para o cidadão aciona a central 192 com envio automático da localização GPS e abre um canal direto com a regulação durante o atendimento, dispensando a descrição do endereço.
A ficha de atendimento pré-hospitalar passa a ser preenchida no aplicativo das equipes, com registro de medicamentos, sincronização em tempo real com a Central e consolidação automática no prontuário da ocorrência.
O 192 passa a contar com um tronco de voz redundante e failover automático, que escolhe rotas por prioridade entre os troncos ativos e mantém a chamada em pé sem depender de uma rota única. Em paralelo, a conectividade híbrida da viatura — rede móvel (4G/5G), satélite e Starlink com comutação automática onde a rede celular não chega — preserva posição GPS, acesso ao SAU em modo degradado e voz de emergência.
A central passa a acompanhar posição, velocidade e status de cada viatura em um mapa único, com playback de trajeto por período e alertas operacionais, integrado de forma bidirecional ao mapa de regulação.
A unidade móvel passa a transmitir posição, velocidade, status e eventos para a central em fluxo contínuo, com buffer local quando falta sinal e reenvio automático ao reconectar.
A camada de gestão de dispositivos passa a distribuir e atualizar remotamente os aplicativos das equipes e a aplicar políticas de senha, criptografia, bloqueio remoto e geofencing nos aparelhos gerenciados, formando a infraestrutura base para entregar ficha digital, app de campo e agente de rastreamento de forma controlada.
A interface passou a destacar estado de conexão, filas e troncos para apoiar diagnóstico rápido durante atendimento.
A rotina de atendimento recebeu retorno de ligação, ajustes de endereço e login/logoff de fila sem depender de discagem especial.
O mapa operacional passou a reunir status, GPS, chat de equipe e histórico para rádio operação e regulação.
O fluxo passou a capturar localização, traduzir endereço e melhorar precisão na abertura de chamados e no atendimento de população.
A frente médica recebeu melhorias de mapa, transferência, sinais vitais, histórico e organização das abas de regulação.
A interface médica recebeu mapa de ocorrência, melhorias de equipes ativas e campos de notificação de violência.
A rotina do chamado recebeu linha do tempo, telefone alternativo, logs de consulta médica e ajustes de edição.
O aplicativo das equipes ganhou um serviço de localização em primeiro plano que mantém o GPS ativo com o app minimizado ou a tela apagada, reinicia sozinho após o aparelho reiniciar e envia, junto da posição, a telemetria do dispositivo (nível de bateria e temperatura).
O atendimento passou por melhorias de busca, tradução de endereço, idade, cidade, bairro e campos clínicos básicos.
O módulo de chat evoluiu em TARM e população, com melhorias de exibição, ficha e comunicação associada à ocorrência.
A ficha de atendimento recebeu ajustes sucessivos de campos, notificações, impressão e visualização para uso operacional.
O histórico curado começa em julho de 2024, com a frente de ficha de atendimento e publicação de aplicativo.