Registros agregados de operação 192 em base real até 28 de junho de 2026.
Indicadores agregados de operação 192 para avaliação técnica.
Esta página resume métricas agregadas de operação para apoiar gestores, equipes técnicas e áreas de planejamento, sem expor dados pessoais, conteúdo clínico ou detalhes sensíveis.
Solicitar avaliação da prova operacional
Envie o contexto da central para uma leitura objetiva de volume, telefonia, regulação, campo, BI e riscos de implantação.
Escala operacional exige produto, suporte e governança.
Estes indicadores não substituem auditoria contratual ou validação formal, mas ajudam a dimensionar volume, telefonia, regulação, campo e histórico operacional.
Volume recente para evidenciar sustentação operacional contínua.
Decisões clínicas e operacionais registradas com trilha histórica.
Telefonia e atendimento conectados ao fluxo operacional da central.
Mudanças de status, deslocamento e execução de campo auditáveis.
Histórico técnico e operacional para auditoria, BI e continuidade.
A diferença técnica está na integração operacional.
Em centrais 192, a avaliação precisa considerar como voz, ficha, regulação, campo, hospital, BI e suporte trabalham dentro do mesmo fluxo.
Volume sustentado
A operação processa chamadas, chamados, regulações e eventos em escala relevante para avaliação de produto.
Rastreabilidade
A ocorrência acumula histórico, decisão médica, despacho, equipe, telefonia, anexos e auditoria em trilha operacional.
Dados sem exposição
A comunicação pública usa métricas agregadas. Dados pessoais, conteúdo clínico e detalhes sensíveis ficam fora do site.
Base para evolução
Cada métrica vira insumo para suporte, BI, melhoria de fluxo, treinamento e priorização de produto.
O que precisa aparecer para gestor, operação e TI.
TARM, médico regulador, rádio operação, enfermagem, histórico e despacho no mesmo fluxo.
PBXIP, Asterisk, AMI, filas, estacionamento, WebRTC/SIP e ramais por contexto de atendimento.
Apps de equipes e população com GPS, status, chat, mídia, ficha digital e sincronização com a central.
Mapas operacionais, trilha GPS, POIs de saúde, helipontos, rotas sugeridas e histórico por período.
Auditoria de ocorrência, logs, relatórios, telemedicina, bandeiramento hospitalar e indicadores de gestão.
Ambiente cloud, on-premise ou híbrido com APIs, base operacional, WAF, containers, suporte remoto e validação contínua.
Da evidência para a decisão técnica.
Legado, intermediário e cloud trabalhando por fase.
A central pode evoluir sem concentrar risco em uma virada única e irreversível.
Telefonia 192Voz, WebRTC, SIP e PBXIP como parte do produto.
Fila, ramal, áudio, gravação, eventos e diagnóstico ligados à ocorrência.
Comparativo de mercadoPanorama público de soluções para centrais 192.
Leitura comparativa de mensagens públicas sobre SAMU, SaaS, SAPH, protocolos e integração operacional.
Cases e frentesFrentes de evolução com impacto operacional.
Telefonia cloud, SAU-Web, hospitalar/DC2, apps e operação assistida organizados para avaliação técnica.